Determinação pré-natal do sexo fetal por meio da análise de DNA no plasma materno.
Gestantes a partir da 5ª semana de gestação podem saber o sexo do bebê com um índice de acerto superior a 97%.
A acurácia do exame na 7ª semana de gestação para frente é de 99%.
Isso porque na gestação precoce, ou abaixo de sete semanas de gestação, há pouco material fetal circulante no sangue materno. Através de uma pesquisa a qual foi quantificado o DNA fetal em plasma materno com 5 semanas de gestação, verificou-se que, em média menos de 10 cópias do DNA fetal estão circulando em cada mililitro de plasma.
Nessa fase gestacional, a correlação entre a concentração do DNA fetal em relação ao DNA materno circulante é de 1%, ou seja, para cada cópia de DNA fetal existem 99 cópias de DNA materno. Após a 6ª semana essa média aumenta para mais de 30 cópias/mL, e a partir daí a concentração do DNA fetal em plasma materno vai aumentado gradativamente. Portanto, a relação da concentração do DNA fetal em relação ao materno em condições normais, vai aumentando conforme o progredir da gestação, atingindo uma concentração superior a 6% no segundo trimestre de gestação. Sendo assim, quanto maior a idade gestacional de uma gestante, teoricamente mais fácil é a detecção de células ou DNA fetal.
Porém, o diagnóstico muito precoce do sexo fetal também pode ser desvantajoso em virtude de que há uma maior probabilidade de ocorrer à perda gestacional natural em relação a uma gestação mais avançada.
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